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|Meu perfil| BRASIL, Sul, Homem, de 20 a 25 anos, Portuguese, Spanish, Arte e cultura, Livros, Ouvir música gritando doido varrido | |


Eu pensei que seria pra sempre, eu era jovem de pensamento naquela época...
Eu não pretendo mais voltar aqui!
Cláro que vou ainda voltar para copiar os links, vocês entenderam o que eu queria dizer!
Bom, vem tomá um café, uma vodka, um chá gelado, suco, água, na minha nova casa?
É um convite, então, de gratis!!
Te espero,
Tônio
Hoje estou pensando nas coisas, pensando na vida, depois estudar cinco anos, depois de pagar o olho da cara pra não dizer olho de outra coisa, pra uma faculdade particular de “primeiro mundo”, a “marca mais lembrada do Rio Grande do Sul” segundo o Guia do Estudante Editora Abril, a gente percebe que estes cinco anos não vão garantir um emprego na área que deseja, que esta faculdade que tem o parque tecnológico ganhador do prêmio Anprotec 2006, em sua visão generalista de ensinar de tudo um pouco (de tudo nada muito aprofundado) não ensina os conhecimentos técnicos necessários pra uma função na área industrial, área essa que almejo.
Agora fora o inglês que vou começar segunda feira e o espanhol que pretendo começar em agosto, ainda tem alguns, pra não dizer muitos, cursos na área que vou precisar fazer, fora o curso de especialização ou mestrado que estou me prometendo pro ano que vem.
Alguns vão dizer, mas comoooo??? Porque não fez estágio durante a faculdade? Porque não fez os cursos durante a faculdade? E os idiomas a faculdade não oferece cursos?
Pois é, coloquem na ponta do lápis, a mensalidade, passagens, alimentação, material, etc, etc.. e vê se sobra alguma coisa do nosso maravilhoso salário de brasileiro que não desiste nunca.
Não falo só por mim, falo por muitos alunos que tem até que escolher entre se alimentar, sobreviver, sustentar pai e mãe, cachorro,gato e papagaio ou estudar em universidade particular de barriga vazia, pois a universidade pública como todos sabem é lugar pra filho de quem não precisa de escola pública, sendo rara as exceções aqueles alunos que fazem três quatro anos de cursinho porque o ensino fundamental e médio público é uma piada (vamo combina!), pra tentar entrar, muitas vezes, num curso que nem é o que eles desejam em função da concorrência absurda do vestibular.
E esse pessoal vem falar contra as cotas na UFRGS, faça-me o favor, deixa o povo negro, deixa o povo índio, deixa o povo pobre ao menos almejar algo melhor, seu bando de sanguessuga capitalista do caraio! Sim, eu sei que tem racismo, que as cotas podem ser encaradas como formas de separação etc e tal, mas que se foda! Pelo menos aquelas pessoas que se dão a cara a tapa estarão lá estudando entre os tubarões. Eu estudei em universidade particular por pura sorte de conseguir um emprego que me proporcionasse isso, e nas mais de quarenta turmas de 60 alunos as quais estive presente, se tive cinco colegas negros foi muito. Tem cenas do cinema que nunca saem da minha cabeça, e uma delas é de um desses filmes sobre racismo, as primeiras crianças negras resistindo a agressões para poder estudar em colégios de branco nos Estados Unidos, nosso senhorio, amém. Sem dúvida alguém têm que começar, alguém tem que ser o primeiro da fila, pra que os demais possam tomar coragem e essa porra de racismo disfarçado em “deixa como está” possa ser ultrapassado.
Não to aqui fazendo apologia a porra nenhuma, ou falando mau de “brancos” no geral, porque como todos bem sabem, quem é realmente branco no Brasil? Só to defendendo meu ponto de vista, e também porque esses filhinhos de papai da UFRGS me irritaram e eu guardei toda essa irritação até aqui, e agora não pude mais.
Mudando um pouco de astral, fora a felicidade do projeto de cotas na UFRGS ter sido aprovado, hoje completo seis meses de namoro. É muito melhor passar um inverno com cobertor de orelha. Seis meses é muito, mas passa rápido quando se vai acompanhado.
Outra coisa também queria agradecer as pessoas que torceram por mim na banca, a minha nota é quanto eu gosto de vocês se eu pensar numa escala de
Por fim, continuem torcendo por mim, eu continuo na luta, não dá pra parar nunca.
Bjos e abraços.
Tônio Abravanel.

Tempo
Estou em um período de finalizações nesta minha vida, tudo está meio maluco aqui, tem coisas que quero muito e outras que nem vontade tenho mais, este blog está em coma, não sei quando volta ou volto, talvez estejamos dando um tempo eu e ele, dia 28 de julho me formo um Administrador de Empresas e agora estou aos prantos com meu trabalho de conclusão, dando passos trêmulos quanto ao que eu quero e o que eu posso da minha vida profissional, tentando criar asas pra poder surfar melhor entre os tubarões, talvez agosto este volte novinho em folha, talvez amanhã eu sinta saudades e depois de amanhã eu já esteja por aqui de novo, mas agora não tenho forças pra reformas, tenho que deixar a casa cair e voltar inteiro outra vez, mais tarde, talvez. Nada nunca foi definitivo na minha vida.
Tônio só pode dizer que tudo valeu a pena e a alma nunca foi pequena
Tônio só pode dizer muito obrigado, até aqui.
Eclipse
(APENAS UM PONTO FINAL, TEXTO para ler
Uma força me puxa pra rua, saio correndo noite escura, nunca sei pra onde estou, persigo o vulto daquilo que eu não sei, invariavelmente me desmancho no chão daquele que me vê, o futuro é tão severo, o desgosto me assoma, a felicidade brinca como se eu fosse um peão no seu jogo de finais previsíveis, os amores que eu tive, os únicos que restaram, foram os amores que eu perdi, mas essa força continua a me puxar, as vezes eu sento na escada de quem não me quer e me paro a observar o desvio do olhar, a cara de pena e nojo que faz minhas frágeis veias entupirem, as poças de água turva chuva fria não são suficientes pra borrar a máscara que insisto pra me defender, eu sou fraco, canso fácil, rôo as unhas, mordo os dedos, não é fácil fazer sangrar aquele que já não tem nada a perder e, mesmo assim, tenho tanto medo de ter medo, tanto medo de não ter entre os dedos alguma chave que funcione e isso me sufoca como se tivesse fogo no meu cabelo, eu choro, aperto os olhos, fungo feito criança de rua e depois eu rio de tudo isso, de mim mesmo, feito drogado em dia que tem fogos no morro, depois me arrependo feito estupor sem alma, me sinto uma velha meretriz, que espera, sem sonhos, em uma esquina sem janelas alguém que não virá, a dor é mais forte que eu, é insuportável tentar suportar, infinitamente acordo desta tristeza branca encardida sentindo que é hora de partir, partir pra algum lugar onde eu não me (re)conheça, e eu juro que tento, aperto o que resta nos bolsos, ensaio, até parto, mas minhas pernas não obedecem e eu nunca vou muito longe, eu não consigo me abandonar, não consigo não acordar sem o braço formigando com sede de sangue, não consigo não sair pra rua, não encontrar com a lua, não saber que a noite vai chegar, a chuva vai voltar e mais uma vez eu vou ter medo de ter medo, medo de que num determinado momento eu me esqueça de quem fui, de qual o caminho (de tijolos amarelos ou não) vai me fazer voltar.
CHUVA
As vezes quando começa a chover eu saio pra rua
Eu sempre gostei de chuva brilhando na escuridão
De sentir o frio da noite nas costas e correr sem destino
Sentir as luzes pingando molhado minha testa
Saber que posso chorar sem precisar secar os olhos
Eu sempre fui uma pessoa que contava relâmpagos
Que sorria ao ver as luzes dos tiros na favela
Na minha imaginação aquilo era chuva de estrelas em minha janela
Mesmo assim eu sempre tive medo do azar e, talvez por isso, ele sempre me acompanhou
O que seria dos lúcidos se não fosse o preto no branco
A minha vida não combina em cores de aquarela
Meu ceratocome doe quando tudo é tão perfeitamente (esterilizado) colorido
A vida em filme de sessão da tarde me assoma
Por isso eu sempre tentei assumir outras vidas
Causar medo, estranhamento e até mórbida atração
Sempre procurei andar em ruas desconhecidas
Buscando olhares de primeira vez
Mas eu nunca consegui sentir a chuva estragar o esboço do teu sorriso,
Pintado no meu olhar.
Muitos bancos cansados, vazios
São poucos seres, nem sei se humanos
Todos fingindo ocupados com suas vidas, seus livros e seus jornais medíocres
Entre nós alguém ainda ousa manifestar uma ideologia: distribui cartazes de um revolucionário cubano
Um oprimido varre o chão com veemência, eu, sentado, levanto os pés sem tirar os olhos do rosto inexpressivo
O máximo de contato é com o pedinte e seu papelzinho amassado que ninguém lê
O trem partirá as 23:25 e eu já perdi o interesse pelas horas
Eu tento não pensar em nada: o meu banco tem cor de romã, algum pixador deve estar acordando nesse momento...
No rádio, mesmo quando procuramos o silêncio na solidão acompanhada, Fafá canta que vai recomeçar, vai tentar viver, vai tirar você da vida dela
(penso na aula de economia sobre externalidades positivas) Melhor pra mim se ela não o quer! Eu só penso em querer-te mais na minha
De repente tudo começa a mover-se, dessa vez não é possível voltar atrás
Sinto-me uma sardinha espremida com iguais-diferentes, sem ar, em uma caixa metálica
São tantas estações por onde passar, que às vezes nem tenho vontade de voltar
Uma nova música, um suspiro, a voz canta que está enamorada, que este amor é tão grande, e só pensa em você a todo o instante
Eu também me sinto grande
Tão grande que nem a propaganda do O Sul, interrompendo a música, me aborrece
Ao mesmo tempo em que estou grande me sinto leve
Leve pra suportar todas as estações.

Sentimento independente que não precisa de passado para existir
é coisa de primeira vista, com vontade de não perder de vista
é como se a espera chegasse ao final
a gente se olha e tem a impressão de já se conhecer de algum lugar
lugar este que não existe a não ser em nós
é coisa de pele, de calor no frio, de sensações do arrepio
de brilho no olhar e de não conseguir parar, de olhar
de se deixar sorrir sem pensar
de todo o dia ser como o primeiro e de ter medo de um dia não ser
é como bala de goma, a próxima é sempre melhor, mesmo vindo do mesmo pacote
é coisa que não se explica, amor não tem explicação
e quando se pensa que acabou, deixa o gosto do querer mais
cada vez mais, em cores de arco-íris

Mensagem recebida no celular ontem as 23:06:07
"Durma um pouco mais;
Sonhe um pouco mais;
Eu vou estar sempre ao teu lado"
Dormi feito um anjo, sorrindo, por dentro.

Minha vida anda a mil, tudo funcionando como deve ser: o coração está radiante, o cérebro me processando por excesso de trabalho, uma mesma música me faz dormir sorrindo há vários dias, as pernas já levantam sozinhas ao amanhecer, muitas saudades de amigos queridos longe e perto, novas pessoas pra somar, novos objetivos pra buscar, objetivos antigos por concretizar, novos sorrisos pra dar, muitos abraços pra apertar, e pra balancear tudo isso mais uma pretensão de poema triste pra variar.
END
debaixo do céu indiferente
sobre a terra em decomposição
uma paixão ingênua
eu não enxergava que seu rosto já era de um estranho
seus olhos antes apenas indecifráveis, hoje ressumavam um doce desencanto
e que a parte minha que era tua, não era suficiente pra você ficar...feliz
o toque apenas tocando a epiderme e os olhos marejados a todo instante
é difícil olhar de frente para o fim
ainda mais quando se tem a ilusão de encontrar sentido nas coisas
a nossa janela tornara-se cega
o cheiro perdido entre as coisas
agora o silencio e seu caráter agourento
o sofrimento vestido de uma inexplicável beleza
mais uma vez andando de mãos vazias
nunca vou entender a força que faz levantar...e seguir

Eu me perdi, ano passado, quando me deixei levar
Dai vi a oportunidade e segurei firme
Viajei, parei de me sabotar
Tirei férias de mim aqui, ali e acolá
Corri, dancei, pulei com todas as minhas vontades
Aprendi tantas coisas que não posso segurar
Descobri sorrisos que eu nem sabia dar
Esqueci de todas minhas saudades
Me abandonei em tantos abraços
Sofri vendo o tempo passar apressado
Fiquei com o coração apertado ao chegar da noite
Mas sorri ao ver o nascer de cada dia
Hoje voltei pras coisas que deixei
Pras coisas que me permiti esquecer
Pro meu eu, por vezes chato, que amo
Pras pessoas que, verdadeiramente, fazem falta
“Hoje me sinto mais forte, mais feliz, quem sabe”
Eu sei!

O teu sorriso
Gosto quando olhos sorriem junto com os lábios
Na primeira vez eu não capitei o que teus olhos, desviando dos meus, queriam dizer
Nem o que tua boca, com aquelas palavras, queria que eu entendesse
A tua testa era tão expressiva
Mas as tuas mãos impacientes, os teus dedos, é que me falavam de ti
Naquele dia, de chuva e sol, levei pra casa um misto de bem querer com insegurança
Hoje eu já tenho certezas, medrosas certezas
E, mais uma vez, isso é bom
É um sentimento igual, mas completamente diferente entende?
Agora eu só penso no teu sorriso
Preciso de coragem
Preciso

You tube “My Own Private Idaho-campfire scene”
(a melhor cena, amo isso!!!!!)
Preciso
preciso mais de mim;
de mais tempo pra estar comigo;
mais infinito particular que universo ao meu redor;
ser mais centro e menos arestas;
mais dono da bola que reserva;
mais situations que sitting, waiting, wishing;
ser mais cabeça e menos coração;
mais pai do que mãe;
mais cold water que i remember;
ser mais realista que sonhador;
mais teatro que televisão;
mais where i end and you begin que creep;
mais final distance que you make me want to be a man;
mais egoísta que mão-aberta;
mais deixa assim que contestador;
mais bloco do eu sozinho que ventura;
mais pé-no-chão que idiota apaixonado;
mais meio amargo que ao leite;
mais andrea doria que giz;
mais produção acadêmica que poesia;
preciso ser mais marcos que tônio.

Fim de Ano
Eu to feliz porque a Faculdade está indo pro final, olho pra traz e vejo que fiz o melhor que pude, olho pra frente e vejo muitas possibilidades;
Eu to feliz por trabalhar no local onde trabalho e com as pessoas com quem trabalho, como eu tenho sorte;
Eu to feliz e triste porque você amiga, que eu amo tanto, vai pra quatro horas de distância de mim, triste porque eu te amo tanto e tenho medo de te perder no meio do tempo, feliz porque sei que isso vai te fazer bem profissionalmente e eu torço tanto por tua felicidade;
Eu to feliz porque Deus colocou a Flávia no meu caminho, uma pessoa incrível, sem palavras, e ela me trouxe pra Galera da Janta e eu já amo tanto todos vocês;
Eu to feliz porque eu pude ir ao Casamento da minha amiga Rô, e eu sei que uma família feliz está por se formar com a benção dos céus;
Eu to feliz porque eu já sou tio três vezes, que coisa não? três irmãos com filho em menos de um ano, parece combinado isso;
Eu to feliz porque eu conheci a FAL e ela me trouxe muitos Falmigos que me fazem rir tanto, me fazem sentir querido, só me fazem bem; Beijo no coração de cada um de vocês!!
Eu to feliz por conhecer todos vocês blogueiros (Nelson, Dennis, Muri, Sara, Andy, Sasi, Blogayroz e todos os outros que me perdoem o esquecimento) mesmo que eu suma de vez enquanto, pessoas tão queridas, muito mais do que eu mereço;
Eu to feliz porque eu to indo pra Bahia deixar um pouco de mim lá; porque Cachoeira vai deixar saudades, porque eu vou conhecer pessoalmente você Leo Japa;
Eu to feliz porque os meus atestados médicos frios estão próximo de chegar, Vani continuo na torcida pra te ver médica, a médica mais linda e lora deste meu rio grande do sul, bjo pro nosso Jaminho;
Eu to feliz porque sei que ele, aquele que mora lá encima, gosta de mim, mesmo eu sendo uma ovelha desgarrada vez enquanto;
E eu ainda continuo não gostando de Natal;
Feliz Páscoa pra você também Leo, Feliz páscoa pra todos que por aqui passarem.
Tônio

Menino
Sente o vento
Percebe que o tempo passa
Olha em frente, o mundo não para
Fala sempre a língua dos loucos
Imagina que hoje tem bolo de sonho
Que te levo pra sair
E vou ficar só ao teu lado
Como um eterno enamorado
Hoje é vinte nove
Eu só queria te ver sorrir
Fecha os olhos
Recebe meu beijo, guarda meu abraço
Te encontro na Argentina
Em dia de São Valentin
Como numa cena de filme legendado
Deixa-me ser teu Chapolim Colorado?
Neste dia, eu só queria dizer-te
A vida é curta meu menino
Não há mal nenhum em sonhar
Perdão faz bem pra vida inteira
Eu também quero ser um anjo teu
Vem ser um Bob Esponja meu?
Percebe que tudo começa e tudo tem um final
Pensa sempre, que a tristeza também, sorri.
( Dennis, abração do Tônio )

pela última vez eu direi
não sou bom em perdoar
então quero que saibas
teus olhos foram o que me conquistara
por isso
não minta pra mim
pra que eu sempre possa te olhar nos olhos

GISELE
Espreitou e quando o funcionário não estava no posto e ninguém olhava, entrou apressadamente na primeira cabine disponível, era tanta emoção. Nas suas piores travessuras, fazer aquilo, era como roubar laranjas verdes do vizinho, ou, até mesmo, beber escondido o vinho surrupiado da sacristia, mas agora, por volta dos seus cinqüenta anos, mais de trinta dedicados a uma vida cheia de normas, aquilo seria motivo de vergonha caso alguém o visse. Já havia fraquejado por diversas vezes, mas desta estava determinado. Tirou a vestimenta com prazer, a cueca branca de elástico já frouxo abandonara embaixo do banco, depois que se vestiu, ainda chutou a cueca mais pra baixo, espiou para fora da cabine e constatando que ainda não havia ninguém, saiu caminhando a passos largos ordenados, o suor também caminhava na sua testa, mas o prazer era maior, de repente parou, gelara a nuca, lembrou de recolocar o clergyman, quem iria suspeitar de alguém usando aquilo pensou. Esquecera, por completo, das penitências, estava tomado, nunca imaginara que seria tão bom ser Gisele Bundchen desfilando de fio dental
(Brigado pelas palavras Silvio Vasconcellos, abraço mestre).